Boatos sobre massacre em escola de Suzano assustam pais e alunos
Na manhã desta quinta-feira (24), boatos sobre um possível atentato na Escola Estadual Professora Lucy Franco Kowalski, no Jardim Márcia, em Suzano, assustou pais e alunos. Mas tudo não passou de um alarme falso e, na verdade, segundo as primeiras informações, dois alunos teriam marcado uma briga e levado para a unidade canivetes e um […]
24/02/2022 11h25, Atualizado há 688 meses
Na manhã desta quinta-feira (24), boatos sobre um possível atentato na Escola Estadual Professora Lucy Franco Kowalski, no Jardim Márcia, em Suzano, assustou pais e alunos. Mas tudo não passou de um alarme falso e, na verdade, segundo as primeiras informações, dois alunos teriam marcado uma briga e levado para a unidade canivetes e um soco-inglês.
Em entrevista ao Radar Noticioso, da Rádio Metropolitana, o comandante do CPAM-12, o Wagner Giurni Gomes, afirmou que a situação está sob controle e que o episódio não teve semelhança com o caso da Raul Brasil.
A Polícia Militar foi acionada, esteve no local e levou um dos jovens para a delegacia. A diretoria da escola, como medida de precaução, mandou todos os alunos para casa.
Liderança política em Suzano André Dourado, que foi candidato a vereador pelo PT na última eleição, também foi até o endereço. Nas redes sociais, ele postou um vídeo em que uma mulher mostra a saída dos alunos e reclama da falta de esclarecimentos e atitude por parte da escola.
Dourado ainda reforçou o pedido para que o Governo do Estado tome providências e casos como esse não voltem a ser registrados. Além disso, pediu que os alunos recebam acompanhamento psicológico.
A O Diário, a Secretaria de Estado de Educação também diz que “não procede a informação de suposto atentado à Escola Estadual Professora Lucy Franco Kowalski”.
Em nota, além de “repudiar todo e qualquer tipo de violência dentro e fora das escolas”, a pasta esclarece que “o fato foi uma briga entre dois estudantes”.
“A Ronda Escolar atendeu a ocorrência e, em apoio à mediadora da escola, conduziu os envolvidos para apreciação e medidas da polícia judiciária na presença dos respectivos responsáveis dos estudantes. As aulas seguem normalmente. A equipe do Conviva foi acionada para acompanhar as ações desta escola e o caso está sendo registrado na plataforma de monitoramento do programa, o Placon”, finaliza o texto encaminhado a este jornal.
O caso despertou o temor dos pais, sobretudo por causa do massacre que ocorreu, no passado recente, na Escola Estadual Raul Brasil.