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Bolsonaro vota no Rio e volta a atacar urna eletrônica

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) votou hoje de manhã na escola municipal Rosa Da Fonseca, na Vila Militar, na zona oeste do Rio de Janeiro, e voltou a criticar o voto eletrônico. Sem apresentar provas de possíveis fraudes, ele questionou a segurança da urna eletrônica. “Eu espero do sistema eleitoral brasileiro que em 2022 […]

Por O Diário
29/11/2020 13h39, Atualizado há 688 meses

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) votou hoje de manhã na escola municipal Rosa Da Fonseca, na Vila Militar, na zona oeste do Rio de Janeiro, e voltou a criticar o voto eletrônico.

Sem apresentar provas de possíveis fraudes, ele questionou a segurança da urna eletrônica. “Eu espero do sistema eleitoral brasileiro que em 2022 tenhamos um sistema seguro, que possa dar garantias ao eleitor que em quem ele votou o voto foi efetivamente para aquela pessoa. O voto impresso é uma necessidade, as reclamações são demais. Eu estou vendo trabalho de hacker aqui e em qualquer lugar. A apuração tem que ser pública. Quem não quer entender isso, eu não sei o que pensa da democracia.”

“Podemos continuar votando e não tendo a certeza se aquele voto foi ou não para aquela pessoa. E deixar bem claro, o voto impresso, ninguém bota a mão no papel, fica atrás do visor. Ele concorda depois de seu voto ser imprimido (SIC) e cai dentro da urna. Qualquer delegado de partido pode pedir recontagem naquela área e você vai ter a comprovação do voto eletrônico no papel, é pedir muito? No meu entender, quem não quer entender isso, não sei o que pensa da democracia”, afirmou o presidente.

Bolsonaro viajou neste domingo ao Rio de Janeiro para votar no segundo turno das eleições municipais. O chefe do Executivo deixou o Palácio da Alvorada por volta das 8h20, seguiu em direção à base aérea de Brasília e embarcou.

No Rio, Bolsonaro apoia Marcello Crivella (Republicanos), que concorre à reeleição contra o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM). Diferentemente do primeiro turno, Bolsonaro evitou se envolver na segunda etapa das votações.

O envolvimento de Bolsonaro era visto pela campanha do prefeito como fundamental para reverter a desvantagem em relação a Eduardo Paes, que lidera com folga as pesquisas de intenção de voto.

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