Mogi cria plano para reflorestar as margens do rio Tietê
Mogi das Cruzes deve instituir o Plano de Recomposição e Preservação da Mata Ciliar com a finalidade de promover o reflorestamento das margens de rios e lagos existentes no Município, com destaque para o Rio Tietê. O projeto de lei que institui o proggrama de ampliação da mata e proteção dos mananciais, de autoria do […]
21/11/2021 13h48, Atualizado há 689 meses
Mogi das Cruzes deve instituir o Plano de Recomposição e Preservação da Mata Ciliar com a finalidade de promover o reflorestamento das margens de rios e lagos existentes no Município, com destaque para o Rio Tietê.
O projeto de lei que institui o proggrama de ampliação da mata e proteção dos mananciais, de autoria do presidente da Câmara, Otto Rezende (PSD), subscrito pelos demais vereadores, foi aprovado por unanimidade nesta semana.
Durante a discussão da matéria, na sessão de quarta-feira (17), Rezende apresentou um vídeo para mostrar a importância da preservação das margens dos rios e disse que o Plano de Recomposição, “vai ajudar Mogi das Cruzes a cumprir com sua função de preservar o ambiente, nesse caso a mata ciliar do Tietê”, ressaltou.
De acordo com ele, a recomposição da mata para a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade, deve ser feita por meio da otimização e direcionamento de investimentos públicos e privados.
O Plano prevê a promoção das seguintes ações: proteção e recuperação de matas ciliares, nascentes e olhos d’água; proteção de áreas de recarga de aquífero; ampliação da cobertura de vegetação nativa em mananciais; plantios de árvores nativas; e plantio de mudas de espécimes vegetais nativas da região.
As ações, como determina o projeto, serão implementadas pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente com o envolvimento do Serviço Municipal de Águas e Esgoto de Mogi das Cruzes (Semae).
Para se tornar lei, a matéria tem que ser avaliada pelo prefeito Caio Cunha (PODE), que pode vetar parcial ou totalmente o projeto. Se for aprovada, o projeto volta para o Legislativo para ser promulgado pelo presidente do Legislativo, Otto Rezende, o próprio autor da proposta.
IPTU Verde
O legislativo tratou de outra pauta ambiental nesta última semana, como a aprovação do projeto de lei que cria na cidade o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Verde.
O projeto de lei apresentado pelos vereadores Milton Lins da Silva (PSD), o Bi Gêmeos e Inês Paz (PSOL) prevê incentivo com descontos no IPTU para construções que invistirem em sistemas de captação com reuso de água de chuva, de energia solar, telhados e paredes verdes, entre outras medidas ecologicamente corretas.
A matéria também depende de aprovação do prefeito Caio Cunha.