Fluminense pode obrigar Grêmio a fazer arrancada tão difícil quanto a do ‘time de guerreiros’
A delicadíssima situação do Grêmio no Campeonato Brasileiro pode ter o Fluminense como objeto de inspiração e rivalidade. Ao mesmo tempo que os gaúchos enfrentam o tricolor nesta terça (9), às 21h30 (de Brasília), na Arena, sabem que uma derrota os obrigaria a ter que fazer uma arrancada tão difícil quanto a do ‘time de […]
09/11/2021 08h59, Atualizado há 688 meses
A delicadíssima situação do Grêmio no Campeonato Brasileiro pode ter o Fluminense como objeto de inspiração e rivalidade. Ao mesmo tempo que os gaúchos enfrentam o tricolor nesta terça (9), às 21h30 (de Brasília), na Arena, sabem que uma derrota os obrigaria a ter que fazer uma arrancada tão difícil quanto a do ‘time de guerreiros’ em 2009 para fugir do rebaixamento.
Atual 19º colocado do Brasileiro com 26 pontos, o Grêmio completará 30 jogos diante do Fluminense. Em caso de derrota, terá a mesma pontuação que o tricolor carioca no Brasileiro de 2009, quando chegou a ter 99% de chances de rebaixamento e permaneceu na primeira divisão.
A principal diferença está na distância para o primeiro clube fora da zona de rebaixamento: em 2009, o Fluminense estava a seis pontos do Botafogo, então 16º; já em 2021, o Grêmio está a nove do Santos. Porém, há 12 anos, os cariocas emplacaram uma reta final contra candidatos a título e postulantes à Libertadores em sequência.
Apesar de ser uma inspiração, o Fluminense não tem nada a ver com isso e tenta embalar rumo ao G6. Na 8ª colocação com 42 pontos, quer aproveitar que os gaúchos colecionam problemas — vêm de três derrotas seguidas, terão cinco desfalques, além de ser o 5º pior ataque e o 2º com mais derrotas na competição.
Segundo a ferramenta ‘Bola de Cristal’, do Globo, as chances de rebaixamento do Grêmio são de 92,2%. Apesar disso, o técnico Marcão afirma que o Fluminense está se preparando “para uma guerra” na Arena.
— A fase não tem ajudado, mas eles vêm criando e produzindo, é uma equipe forte, mas vamos tentar tirar proveito dessa situação. Vamos esperar uma guerra, mas é tentar trazer pontos importantes para o Rio de Janeiro — afirmou.