COI retira Ordem Olímpica do presidente russo Vladimir Putin
Após o pedido para retirar todas competições esportivas da Rússia e Bielorrússia, o Comitê Olímpico Internacional comunicou nesta segunda-feira que seu conselho executivo recomenda que todas federações esportivas internacionais proíbam atletas e autoridades de ambos os países de competir em eventos esportivos. O COI também disse que tomou a decisão de retirar a Ordem Olímpica […]
28/02/2022 13h32, Atualizado há 688 meses
Após o pedido para retirar todas competições esportivas da Rússia e Bielorrússia, o Comitê Olímpico Internacional comunicou nesta segunda-feira que seu conselho executivo recomenda que todas federações esportivas internacionais proíbam atletas e autoridades de ambos os países de competir em eventos esportivos. O COI também disse que tomou a decisão de retirar a Ordem Olímpica de todas as pessoas que atualmente têm uma função importante no governo da Federação Russa, incluindo o presidente russo Vladimir Putin.
Nesse contexto, o COI considerou em particular os próximos Jogos Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022, que começam no dia 4 de março, e reiterou seu total apoio ao Comitê Paralímpico Internacional e aos Jogos.
O COI disse que tomou estas decisões “para proteger a integridade das competições esportivas globais e para a segurança de todos os participantes”.
“Russos ou bielorrussos, seja como indivíduos ou equipes, devem ser aceitos apenas como atletas neutros ou equipes neutras. Nenhum símbolo nacional, cores, bandeiras ou hinos devem ser exibidos”, acrescentou o comunicado.
O COI também disse que tomou a decisão de retirar a Ordem Olímpica de todas as pessoas que atualmente têm uma função importante no governo da Federação Russa, incluindo o presidente russo Vladimir Putin.
Putin já havia sido suspenso como presidente honorário da Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês). Ele é faixa preta de judô.
O COI explicou que tomou esta decisão com base nas “circunstâncias excepcionais da situação e considerando a violação extremamente grave da Trégua Olímpica e outras violações da Carta Olímpica pelo governo russo no passado”.