Sesc Mogi recebe Supla, Bruna Caram e Karen Santana
Para comemorar o aniversário da cidade, o projeto “Mais Um Pra Somar: Mogi das Cruzes – 462 Anos”, o Sesc reúne várias atividades durante este mês. Uma das atrações musicais é o cantor e compositor Supla, que apresenta o show “Supla Ego”, nesta quarta-feira (14), às 20 horas, com músicas de seu mais recente álbum […]
12/09/2022 15h31, Atualizado há 689 meses
Para comemorar o aniversário da cidade, o projeto “Mais Um Pra Somar: Mogi das Cruzes – 462 Anos”, o Sesc reúne várias atividades durante este mês.
Uma das atrações musicais é o cantor e compositor Supla, que apresenta o show “Supla Ego”, nesta quarta-feira (14), às 20 horas, com músicas de seu mais recente álbum e hits como Garota de Berlim, Humanos e Green Hair (Japa Girl), além de releituras de clássicos da música como “Bridge over trouble water” de Simon e Garfunknel e “In my life” dos Beatles. O artista estará acompanhado de sua banda, os Punks de Boutique.
Já na quinta-feira (15), às 20 horas, o público poderá conferir o show “Bruna Caram Canta Gonzaginha. A multiartista apresenta pela primeira vez neste ano de 2022 o projeto que tem foco nas canções políticas e amorosas do compositor, e que desembocará no sétimo disco da cantora, já sendo gravado e prometido para este ano.
Ela é cantora, compositora, atriz, instrumentista, poeta, preparadora vocal e sócia-fundadora da Cor e Voz, escola de preparação vocal, artística e musical de São Paulo. Bruna tem 6 discos lançados, um deles ao vivo, um DVD, dois livros lançados como poeta, e uma participação na tv como atriz na Minissérie Dois Irmãos da Rede Globo(2017).
Como compositora, Bruna é parceira de nomes como Chico Cesar, Zeca Baleiro, Pedro Luis e Roberta Sá. A artista também é ativista, trabalhando no combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes através da campanha Ninguém Mexe Comigo, para quem compõe canções de consciêntização. A campanha é reconhecida internacionalmente e ganhou dois prêmios em 2021.
O novo show de Bruna traz justamente a luta por justiça e o poder do afeto como temas centrais. O time por trás do espetáculo reforça esses temas: Jean Wyllys assina a pesquisa de repertório e roteiro, e Nanan Gonzaga, filha do próprio Gonzaguinha, é colaboradora também nessa pesquisa. A direção musical e arranjos são de Norberto Vinhas, a preparação de corpo de Leticia Doretto e o figurino de Bia Rivato.
No repertório, desde clássicos como “Explode Coracão” e “É” a canções lado B como “Eu Nem Ligo” e “Viver, Amar, Valeu”. Na banda, a formação mais brasileira do histórico de turnês da cantora: violão, bandolim, percussão, baixo e piano, reforçando a característica que a artista fez questão de trazer para o show: uma grande variedade de ritmos brasileiros, como o frevo, o samba e o ijexá.
Já no domingo (18), às 16 horas, será a vez de Karen Santana, apresentar seu trabalho autoral “Poderes de Évora”, um trabalho plural e visceral, contando com repertório que vai do cordel nordestino aos instrumentais eletrônicos Berlinenses, cidade por onde Karen passou e produziu muitas faixas do álbum.
O disco traz sintetizadores e produções eletrônicas, mas também faixas tocadas organicamente. A compositora traz a marca de uma voz forte que soa quase como um canto de trabalho somadas a uma poesia afiada e madura. Sua música é versátil e lembrada pela mistura do pandeiro, da voz forte, da poesia, da guitarra, da bateria eletrônica e da contação de história. A música brasileira contada e enfatizada na pisada de chão com a tecnologia eletrizante do hip hop.
Os shows, com classificação para o público a partir de 14 anos, têm entrada franca e não é necessário retirar ingressos com antecedência. Os lugares são limitados e a lotação está sujeita à capacidade do local: máximo 600 pessoas. O Sesc informa que coolers são bem-vindos, mas sem garrafas ou objetos de vidro.