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Religiões de matriz africanas e afro-indígenas foram o centro das apresentações no primeiro dia de desfiles no Rio

O primeiro dia do Grupo Especial de desfiles no Rio teve Unidos de Padro Miguel, Imperatriz Leopoldinense, Unidos do Viradouro e Mangueira

Por O Diário
03/03/2025 18h24, Atualizado há 13 meses

As quatro escolas de samba que abriram o Carnaval do Rio

Foto do Carrosel

Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos do Viradouro desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos do Viradouro desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos do Viradouro desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos do Viradouro desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos do Viradouro desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Imperatriz Leopoldinense desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Imperatriz Leopoldinense desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Imperatriz Leopoldinense desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Imperatriz Leopoldinense desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Imperatriz Leopoldinense desfila no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos de Padre Miguel no grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos de Padre Miguel no grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos de Padre Miguel no grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos de Padre Miguel no grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

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Unidos de Padre Miguel no grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

Estação Primeira de Mangueira no primeiro dia de carnaval do grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro | Tomaz Silva/Agência Brasil

Quatro escolas de samba levaram neon que brilhavam no escuro, elementos como água, fogo e fumaça e carros alegóricos com partes móveis para a Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, na noite desse domingo (2) e madrugada de hoje (3). O primeiro dia do Grupo Especial teve Unidos de Padro Miguel, Imperatriz Leopoldinense, Unidos do Viradouro e Estação Primeira de Mangueira. As religiões de matriz africanas e afro-indígenas foram o centro das apresentações.

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Unidos de Padre Miguel, vencedora da Série Ouro de 2024 e que retorna ao Grupo Especial depois de mais de 50 anos, abriu o desfile. A agremiação vermelha e branca levou o enredo Egbé Iyá Nassô, uma homenagem a Iyá Nassô, uma das fundadoras do Candomblé da Barroquinha, na Bahia, que deu origem ao Terreiro Casa Branca do Engenho Velho, em Salvador, o templo de religião de matriz africana mais antigo do país. 

A segunda escola a desfilar foi a Imperatriz Leopoldinense, de Ramos, na zona norte da cidade, que tem nove títulos do grupo de elite, sendo o último em 2023. O enredo da escola de cores verde, branco e dourado – Ómi Tútu ao Olúfon – Água fresca para o senhor de Ifón – trata da cerimônia das águas de Oxalá, baseada em uma mitológica viagem do orixá, rei de Ifón, ao reino do amigo Xangô, durante a qual sofreu por ações vingativas cometidas por Exu.

A atual campeã Unidos do Viradouro, escola vermelha e branca de Niterói, no grande Rio, foi a terceira, com o enredo Malunguinho: o Mensageiro de Três Mundos, uma homenagem ao líder quilombola do Catucá, em Pernambuco, João Batista, conhecido como Malunguinho, perseguido e morto por autoridades imperiais em 1835. Na religião Jurema, Malunguinho, evocado no início das cerimônias, é a única entidade que pode ser chamada de Mestre, Caboclo e Exu. O desfile contou com diversos recursos como adereços em neon, que brilhavam no escuro, além de carros alegóricos com água, fogo e fumaça.

A verde e rosa Estação Primeira de Mangueira encerrou os desfiles do primeiro dia do Grupo Especial. A escola, que é dona de 20 títulos, quer levantar a taça novamente, depois de seis anos. O enredo À Flor da Terra – No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões fala da persistência, no Rio de Janeiro, da cultura bantu, comum a diversos povos da África subsaariana, como habitantes do Congo, de Angola e Moçambique. A ideia do enredo é exaltar essa cultura, que costuma ser relegada, apesar de grande parte dos escravos que aportaram no Brasil ser bantu. Um dos carros alegóricos trouxe diversas caixas de som empilhadas, remetendo aos sons e danças que hoje ecoam nas ruas, como o passinho, o samba e o funk.

  • COM REPORTAGEM DE AGÊNCIA BRASIL

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