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Loteamento de Mogi recebe o Prêmio Master Imobiliário

“Fazenda Itapety”, empreendimento da Helbor e Alden, na região do Rodeio/Botujuru, ganhou destaque de “Soluções Urbanísticas” na premiação ocorrida na noite desta quarta-feira (27)

Por O Diário
30/09/2023 17h02, Atualizado há 25 meses

Prêmio Master Imobiliário | Divulgação

O Fazenda Itapety, loteamento da Helbor e da Alden em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, ganhou nesta quarta-feira (27) o “Prêmio Master Imobiliário”, que é promovido pela Fiabci-Brasil (Capítulo Brasileiro da Federação Internacional Imobiliária) e pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). 

O case “Ecovanguarda – o maior projeto urbano da RMSP”, submetido pela Helbor e pela Alden para concorrer ao Master Imobiliário, foi destaque na categoria “Profissional – Soluções Urbanísticas”.

O loteamento imobiliário da Helbor em parceria com a Alden, situado aos pés da Serra do Itapeti, garante a preservação da maior reserva particular de patrimônio natural contínua de Mata Atlântica do estado de São Paulo, em Mogi das Cruzes, a 55 quilômetros da capital paulista.

O residencial Fazenda Itapety, que compõe o projeto, terá lotes a partir de 420 metros quadrados e será entregue em fases – a primeira será em 2025. Para que o empreendimento pudesse ser lançado, foi necessário é fruto de um trabalho de mais de 10 anos, período em que as empresas se dedicaram à responsabilidade ambiental antes de tudo.

Por meio do Plano Urbanístico, cerca de 44% do terreno de 10 milhões de m² será preservado de forma perpétua, tornando o Botujuru – Serra do Itapety: a maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de em área contínua do Estado de São Paulo. Outros 36% serão destinados a novas áreas verdes, de lazer e convivência, equipamentos públicos e institucionais e infraestrutura viária. Apenas os 20% restantes serão utilizados para o desenvolvimento de empreendimentos residenciais, comerciais e uso misto.

Todo o projeto, já em execução, será dividido em 13 fases distribuídas por três setores do empreendimento: residencial, cidades e verde. O planejamento e execução assegurou a preservação de mais de 6 milhões de m² de áreas verdes. O Fazenda Itapety, sem dúvida alguma, está na ecovanguarda deste século.

“O Reserva da Serra do Itapety é um projeto audacioso e visionário para promover qualidade de vida com sustentabilidade. Estamos falando de uma área de 10 milhões m² que há pouco mais de 10 anos atrás era utilizada para plantio de eucaliptos. Dentro da Reserva, o Fazenda Itapety é um empreendimento único, que une incorporação imobiliária com responsabilidade social e, principalmente, ambiental. Contribuirá, definitivamente, com a preservação da Mata Atlântica para as próximas gerações”, afirma Henry Borenstein, CEO da Helbor Empreendimentos S.A.

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Botujuru, em Mogi das Cruzes, foi criada em 2015 e tem 473 hectares que proporcionam uma variedade de ambientes para preservar fauna e flora em área de alta biodiversidade, que registra algumas espécies ameaçadas de extinção.

A criação da RPPN ocorreu como uma contrapartida ambiental do projeto da Alden, empresa controlada pela Helbor e a SPLF Investimentos e Participações Ltda, do grupo Suzano Holding. Na RPPN foi realizado um estudo desenvolvido pelo Instituto Ecofuturo, mantido pela Suzano, com a participação de 30 especialistas. 

“Mapeamos fauna e flora e incluímos as espécies identificadas na lista de prioridades de preservação da área. O mapeamento durou quase dois anos, identificando 251 tipos de plantas, mamíferos, aves, peixes, répteis e anfíbios que vivem em área remanescente de Mata Atlântica”, diz João Chavedar, diretor da Alden.

Além da obtenção de todas as licenças ambientais necessárias, cumprimento de exigências de autoridades, programas de preservação e plantio de novas mudas de árvores em áreas urbanizadas, o plano da Reserva da Serra do Itapety investe mais de R$ 60 milhões em obras públicas de contrapartida para obras em viaduto, alargamento de vias, estação de tratamento de esgoto, parque linear para uso da população e áreas públicas, entre outros.

Todas essas intervenções planejadas e mecanismos de preservação resultarão na melhoria de infraestrutura pública em educação e saúde, por exemplo, além de potenciais atividades geradoras de empregos, que deverão beneficiar mais de 200 mil de pessoas ao longo dos anos.

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