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Paulo Cupertino deverá ser interrogado pela 1ª vez em outubro

O empresário Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais em 2019, deverá ser ouvido pela primeira vez pela Justiça de São Paulo em 7 de outubro, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona Oeste da capital. A audiência teve início na segunda-feira, dia 22, e continuará em outubro. De acordo […]

Por O Diário
23/08/2022 13h12, Atualizado há 689 meses

O empresário Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel e seus pais em 2019, deverá ser ouvido pela primeira vez pela Justiça de São Paulo em 7 de outubro, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona Oeste da capital. A audiência teve início na segunda-feira, dia 22, e continuará em outubro.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), três testemunhas da defesa do empresário foram ouvidas na audiência de segunda-feira, mas outras duas não compareceram. A Defensoria Pública, que faz a defesa do réu, insistiu que elas sejam ouvidas e o juiz do caso determinou a remarcação para outubro.

Na sessão de outubro, chamada de audiência de instrução, o juiz deverá decidir se leva Cupertino e outros dois réus acusados de ajudá-lo nas mortes a júri popular pelos assassinatos da família Miguel em 2019. Além do empresário, também poderão ser ouvidos os dois amigos dele, réus no mesmo processo. O interrogatório dos três será a última etapa da audiência de instrução. Todos eles poderão se manter em silêncio, se assim preferirem.

Cupertino teria atirado nas vítimas por não aceitar o namoro da filha, Isabela Tibcherani, com o artista. Ele foi acusado pelo Ministério Público (MP) por triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. Depois do crime, ele ficou foragido até 17 de maio desde ano, quando foi preso pela Polícia Civil, na capital paulista. Antes, chegou a fugir para outros estados e países.

Ele permanece preso e responde preventivamente pelos assassinatos. Os amigos dele respondem em liberdade por terem ajudado o assassino a fugir e se esconder.

Além de Rafael, o pai dele, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e a mãe, Miriam Selma Miguel, de 50, também foram baleados e mortos.

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