CPI pede que polícia leve Marconny para depoimento
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu à presidência da CPI da Pandemia que o colegiado requisite a prisão preventiva de Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria à autoridade judicial competente, além da apreensão de seu passaporte e comunicação à Interpol. Segundo Randolfe, já estaria configurada a fuga de Marconny, apontado como lobista da Precisa Medicamentos em […]
02/09/2021 11h11, Atualizado há 688 meses
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu à presidência da CPI da Pandemia que o colegiado requisite a prisão preventiva de Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria à autoridade judicial competente, além da apreensão de seu passaporte e comunicação à Interpol. Segundo Randolfe, já estaria configurada a fuga de Marconny, apontado como lobista da Precisa Medicamentos em suposto esquema de corrupção no Ministério da Saúde. Ele não compareceu à reunião após conseguir um atestado médico de 20 dias.
O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), voltou a criticar o teor de atestados médicos assinados por profissionais do Hospital Sirio-Libanês a duas testemunhas convocadas para depor à CPI: o lobista Marconny Faria e o advogado Marcos Tolentino. O presidente da comissão disse que os profissionais responsáveis pela emissão dos documentos estão “comprometidos eticamente”.
“O médico deu atestado de 20 dias. Horas depois, entrou em contato com a CPI e disse que percebeu que ele [Marconny Nunes] estava fingindo. Se percebeu que estava fingindo, não poderia ter dado 20 dias para um homem desses. Mas deu assim mesmo. O médico disse que estava pensando em desfazer o atestado, mas que iria consultar um advogado sobre como não se comprometer eticamente. Ora, o senhor já está comprometido eticamente”, afirmou Omar Aziz.