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Colisão com cabo e pane elétrica: o que se sabe sobre a queda do avião em Boituva

A queda de um avião de pequeno porte na área rural de Boituva, em São Paulo, após uma tentativa de pouso forçado deixou ao menos dois mortos. Ao todo, além do piloto, quinze paraquedistas estavam dentro da aeronave, que havia decolado do Centro Nacional de Paraquedismo. A Força Aérea Brasileira disse em nota que o […]

Por O Diário
12/05/2022 10h40, Atualizado há 689 meses

A queda de um avião de pequeno porte na área rural de Boituva, em São Paulo, após uma tentativa de pouso forçado deixou ao menos dois mortos. Ao todo, além do piloto, quinze paraquedistas estavam dentro da aeronave, que havia decolado do Centro Nacional de Paraquedismo.

A Força Aérea Brasileira disse em nota que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) irá investigar as causas do acidente

De acordo com a Prefeitura de Boituva, o avião decolou do Centro Nacional de Paraquedismo, e, em meio ao voo, sofreu uma pane elétrica. O piloto tentou realizar um pouso de emergência em uma estrada da zona rural do município, mas o avião acabou por bateu em um barranco e colidiu com um cabo de alta tensão, o que fez com que caísse. A aeronave tombou e ficou com o trem de pouso para cima.

O Corpo de Bombeiros compartilhou fotos do local do acidente nas redes sociais.

Com o impacto, 12 pessoas ficaram feridas e precisaram ser socorridas. Dois homens, Wilson José Romão Júnior, de 38 anos, e André Luiz Warwar, de 53 anos, morreram ao chegar ao Hospital Hospital Municipal São Luiz. Sete pessoas estão em estado grave, segundo a unidade de saúde.

O Corpo de Bombeiros de São Paulo disse ainda ter detectado vazamento de combustível no local, que foi isolado. De acordo com as autoridades, a causa do acidente, que aconteceu por volta de 12h40, ainda é desconhecida.

Quem eram as vítimas

André Luiz Warwar, de 53 anos, foi uma das vítimas do acidente. Funcionário da área de tecnologia da Globo, era um paraquedista com anos de experiência. Em 2017, ele lançou seu primeiro longa-metragem, o filme O Crime da Gávea.

Wilson José Romão Júnior tinha 38 anos e trabalhava como instrutor de paraquedismo. Nascido em Piracicaba, tinha anos de experiência em saltos.

Conhecido como Juninho Skydive ele era ativo nas redes sociais, onde compartilhava vídeos de saltos.

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