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Mogi capacita profissionais da saúde para aplicação da vacina Pfizer

Profissionais das salas de vacinação da Prefeitura de Mogi das Cruzes participaram, nesta segunda-feira (14), por um treinamento para aplicação das doses da vacina Pfizer/BionNTech. A capacitação foi promovida pela chefe da Vigilância Epidemiológica, Lilian Peres Mendes, e direcionada, neste momento, aos técnicos das Unidades Básicas de Saúde. Durante o treinamento, foram repassadas informações sobre […]

Por O Diário
15/06/2021 07h55, Atualizado há 62 meses

Profissionais das salas de vacinação da Prefeitura de Mogi das Cruzes participaram, nesta segunda-feira (14), por um treinamento para aplicação das doses da vacina Pfizer/BionNTech.

A capacitação foi promovida pela chefe da Vigilância Epidemiológica, Lilian Peres Mendes, e direcionada, neste momento, aos técnicos das Unidades Básicas de Saúde.

Durante o treinamento, foram repassadas informações sobre a diluição da vacina, a dosagem, características das agulhas e seringas específicas da Pfizer, além de ressaltar a importância de respeitar os prazos de aplicação do imunizante diluído. Além disso, após o descongelamento, as vacinas podem ser mantidas no refrigerador em temperaturas que variam entre 2ºC a 8ºC, com frasco fechado, por até 31 dias. 

“Esse prazo é contato a partir da chegada das doses na cidade mas, diante da quantidade e da estratégia de atendimento que estamos disponibilizando, essas doses devem ser totalmente utilizadas até o final de semana”, explicou Lilian. Mogi das Cruzes recebeu 6.078 doses do imunizantes da Pfizer. “Mas, independentemente do fabricante, o importante é se vacinar e garantir a proteção”, completou.

O treinamento é primordial para garantir a segurança da aplicação deste imunizante, que tem normas específicas. É uma vacina que tem outras características em relação às que estão sendo aplicadas (Coronavac e Astrazeneca) e que exige uma boa capacitação.

A vacina da Pfizer é baseada em RNA mensageiro sintético, que auxilia o organismo a gerar a imunidade contra o coronavírus, especificamente o vírus SARS-CoV-2. A vacina precisa ser estocada em baixas temperaturas para preservar a sensibilidade da molécula de RNA, que só se mantém estável e efetiva nas condições de congelamento.

Outra diferença está na quantidade aplicada que, no caso da Pfizer, é de 0,3 ml, e com diluição. A segunda dose será aplicada após 12 semanas, conforme determinação do Ministério da Saúde. 
 

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