Suzano participa da Conferência Nacional de Cultura
Município teve as representantes Cind Otaviano e Caroline Alcântara; cidade se destacou em discussões acerca do patrimônio e danças urbanas
12/03/2024 17h22, Atualizado há 29 meses
As representantes são a presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural e a arte-educadora e integrante do Conselho Municipal de Política Cultural | Divulgação/ Douglas Vince - Cultura de Suzano
A 4ª Conferência Nacional de Cultura foi realizada em Brasília durante os dias 4 e 8 de março e contou com a presença de duas representantes do município de Suzano, que contribuíram com as discussões do evento.
A cidade teve destaque pelo trabalho relacionado à valorização do patrimônio material e pelo incentivo às danças urbanas, com ênfase no hip-hop, um dos 30 temas escolhidos para os quais deverão ser direcionadas ações de incentivo nos próximos anos.
As representantes são a presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (Compac), a arquiteta Cind Octaviano, e a arte-educadora e integrante do Conselho Municipal de Política Cultural, Caroline Alcântara.
O Alto Tietê contou ainda com representantes de Itaquaquecetuba. Ao todo, o Estado de São Paulo teve 60 delegados dentre os 1,2 mil presentes de todo o país. Ao final, foram aprovadas 30 propostas, que estão em fase de redação para que sejam catalogadas e apresentadas aos poderes Executivo e Legislativo ao longo do semestre. Se aprovadas, se tornarão o instrumento norteador de um Plano Nacional de Cultura para os próximos dez anos.
Um dos assuntos defendidos por Suzano foi a respeito da distribuição de recursos do setor de forma equânime, em que se considera aspectos étnicos, linguísticos, culturais, características regionais, históricas e socioculturais, como forma de reparação histórica.
Outra pauta defendida aborda a criação e manutenção do Sistema Nacional do Patrimônio Cultural e fortalecimento do Sistema Brasileiro de Museus. O objetivo é reconhecer o direito à história, memória, identidade e diversidade cultural, efetivando os sistemas e promovendo políticas públicas de preservação da materialidade e imaterialidade dos bens culturais.
As propostas escolhidas nesta etapa do processo, poderão ter a chance de guiar o Plano Nacional de Cultura pelos próximos dez anos.