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Parque Centenário é palco para show de Serginho Machado neste domingo

Este domingo (18) é dia de rock em Mogi das Cruzes, com show da banda Bruxos Modernos na Casa do Jequitibá. Mas não só isso acontece na cidade. Quem prefere outros estilos musicais também tem opções. Exemplo disso é o show de Serginho Machado, às 15 horas, no Parque Centenário, com entrada gratuita. Com o […]

Por O Diário
17/09/2022 16h16, Atualizado há 689 meses

Este domingo (18) é dia de rock em Mogi das Cruzes, com show da banda Bruxos Modernos na Casa do Jequitibá. Mas não só isso acontece na cidade. Quem prefere outros estilos musicais também tem opções. Exemplo disso é o show de Serginho Machado, às 15 horas, no Parque Centenário, com entrada gratuita.

Com o violão e a viola caipira de Dani Dias, o contrabaixo de Paulo Henrique, o PH, e a bateria de Rafael Lourenço, a voz de Serginho será intensificada para cantar não com, mas sim para o público todo o repertório de ‘Um Cancioneiro Degustador de Palavras’.

Este é o título do quarto e mais recente CD lançado pelo mogiano, produzido no início de 2019 e gravado no Estúdio Municipal de Áudio e Música (Emam).

Com canções em estilo popular brasileiro, o trabalho é composto por 12 canções, sendo 10 de autoria própria e outras duas do folclore brasileiro. Participaram da produção Henrique Abib e também PH, que estará presente neste domingo, no Parque Centenário.

A ideia de confecção – e que poderá ser percebida no domingo, em uma apresentação que faz parte da programação #AquiTemCultura, da Secretaria Municipal de Cultura – é resgatar “a palavra cantada e não dita”. 

 

 

Uma voz, muitas histórias

Com quatro décadas de carreira musical, Serginho tem muitas histórias para contar, não apenas nas músicas mas também em conversas. Tanto é que, em 2019, foi tema de uma reportagem de O Diário. À época, estava excursionando com o show ‘Trinca de Ases’, que homenageava Caetano Veloso, Chico Buarque e Belchior, com quem o mogiano manteve uma amizade. 

Prova desta relação são dois discos produzidos pelo cearense e lançados pelo mogiano: ‘Serginho Machado’, de 1986, com apenas duas canções, e ‘Sobrenome’, de 2000, com treze.

Tudo começou quando o músico, ainda estudante de Publicidade e Propaganda pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), foi fazer um estágio na capital. O estúdio em que “aterrissou” era um dos quais Belchior utilizava nos anos 1980. Compositor por hobby, o mogiano apresentou uma fita para tentar ingressar no meio artístico mas foi recusado, pois cantava MPB e a música da moda era o emergente sertanejo. 

Foi instruído a levar o material à outra gravadora, que também não enxergou mercado para aquele tipo de som. No entanto, como o dono do segundo empreendimento era compadre de Belchior, fez o favor de passar o telefone do músico ao então estagiário de publicidade. 

Quatro décadas depois, ele se lembra deste momento: “Comprei algumas fichas num bar e liguei do primeiro orelhão que encontrei, imaginando que fosse um escritório. Mas era o número do apartamento de Belchior, e foi o próprio quem atendeu”. A partir daí eles trocaram figurinhas e acertaram uma parceria musical e também de amizade.

 

Serviço

O quê? Show de Serginho Machado

Quando? Domingo (18/09), a partir das 15 horas

Onde? Parque Centenário, em Mogi das Cruzes

Quanto? Gratuito

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