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Key Alves: do céu ao inferno no BBB 23

Antes de falarmos o óbvio é preciso dizer que Key Alves é exatamente o tipo de pessoa que o Big Brother Brasil precisa. Desde a entrada dos famosos no maior reality show do Brasil (o que acontece desde a edição número 20), que também culminou com o definitivo fortalecimento das redes sociais, o programa carece […]

Por O Diário
28/01/2023 07h20, Atualizado há 688 meses

Antes de falarmos o óbvio é preciso dizer que Key Alves é exatamente o tipo de pessoa que o Big Brother Brasil precisa. Desde a entrada dos famosos no maior reality show do Brasil (o que acontece desde a edição número 20), que também culminou com o definitivo fortalecimento das redes sociais, o programa carece de famosos dispostos realmente não a jogar, mas a ‘se jogar’.  É claro e notório que a maior parte dos convidados (e até mesmo parte dos pipocas) alimenta um grande medo do famigerado cancelamento. Deste medo, que tanto limita as participações e empobrece o reality, jamais poderemos acusar Key Alves. 

A jogadora de vôlei (famosa por vender conteúdo adulto na internet) começou o BBB em posição de privilégio. O público escolheu para ela a dupla que sua irmã gêmea apontou como o crush certeiro. Dito e feito. Key Alves e Gustavo deram um match quase automático e já no primeiro dia o BBB 23 tinha um casal (mesmo que o beijo e o edredom tenham vindo um pouco depois). 

Enquanto algumas duplas penavam para conviver, os dois viviam um sonho. Cumplicidade, parceria, muitas risadas e romance, nada mal pra um começo de confinamento. O conforto do encontro trouxe para o casal Guskey a falsa sensação de segurança. Não pareciam alvo de votos da casa, iam bem nas provas, usaram e abusaram do VIP…só não contavam com a semana turbo e a sorte de Guimê. 
Durante o primeiro mês de reality o casal Guskey, além de desfrutar de incontáveis maravilhas, esteve protegido graças ao carisma de Gustavo entre os outros confinados. Diferente de Key, o cowboy transitava pela casa e fez amigos nos dois grupos. Guimê, único que mirava o casal, esteve inclusive perto de ser isolado por alguns de seus aliados, que duvidavam da visão do cantor e não davam muita atenção a suas estratégias. 

A virada veio com o Big Fone, o mc conseguiu tirar Cara de Sapato e colocou Gustavo em seu lugar no paredão. Tiro certeiro. Gustavo saiu contrariando todas as apostas da casa e o mundo de Key Alves começou a ruir. 

Sem Gustavo, Key não recuou. Certa de seus pensamentos e firme em suas decisões, a jogadora assumiu o papel de ‘vilã’ da temporada. 
Fica difícil imaginar uma redenção, ainda no reality, para quem destilou veneno sem filtros. Se ela protagonizou o romance que mais rápido começou na casa, uma conexão ‘de milhões’, também deu vida a cenas constrangedoras de intolerância religiosa, rivalidade feminina, mentiras e fofocas. Com tudo isso não dá para elogiar a trajetória de Key Alves no BBB 23, mas também não podemos negar sua coragem. O BBB precisa de gente disposta a ser amada ou odiada, Key Alves (nesse quesito) cumpriu seu papel. 

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