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Em 2023, festival The Town distribuirá pulseiras de LED para o público

Faltando cerca de nove meses para a abertura dos portões, The Town, o novo e maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, anuncia um “momento mágico”: um espetáculo que vai sincronizar luz, música, fogos de artifício e transmissão ao vivo nos telões. A ideia é conectar o público com a origem de […]

Por O Diário
15/12/2022 14h21, Atualizado há 690 meses

Faltando cerca de nove meses para a abertura dos portões, The Town, o novo e maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, anuncia um “momento mágico”: um espetáculo que vai sincronizar luz, música, fogos de artifício e transmissão ao vivo nos telões.

A ideia é conectar o público com a origem de tudo, em 1985 na abertura dos portões do Rock in Rio. “É o The Town fazendo história e gerando memória para os fãs que habitam este novo festival. Quem viver o dia 02 de setembro de 2023 no Autódromo de Interlagos, jamais se esquecerá”, dizem os organizadores.

“O Rock in Rio de 1985 entrou para a história ao trazer grandes nomes da música nacional e internacional, colocando o país na rota das turnês internacionais”, lembra Roberto Medina, criador e presidente do Rock in Rio e The Town.

“Foi o início de um sonho que já remonta quase 38 anos de história. Tudo que vivemos naquela época tem um lugar especial guardado na minha memória e no meu coração. Sinto como se estivesse vivendo tudo novamente, ao planejar e construir um novo festival do zero, com a diferença de que hoje temos uma expertise que antes não tínhamos. Só posso agradecer a toda minha equipe por embarcar em mais um sonho ao meu lado. Ao criar esse show, esse momento, esse espetáculo, estamos relembrando e homenageando o maior festival de música e entretenimento do mundo, como tudo começou”.

Roberta Medina, filha de Roberto e vice-presidente executiva de Rock in Rio e The Town, relembra que era apenas uma criança no primeiro Rock in Rio e afirma que, hoje, o que a motiva a embarcar no sonho de The Town é poder dizer “eu estava lá quando tudo começou”.

“Eu tinha sete anos no primeiro Rock in Rio e lembro muito pouco de tudo que aconteceu. Agora, 38 anos depois, poder fazer parte da primeira edição do The Town e, daqui a outros 38 anos, poder dizer que estava lá tem um gostinho especial. Primeira edição é sempre a primeira edição! E nós estamos criando, com toda expertise do Rock in Rio, uma nova marca brasileira para dar uma cara nova ao mundo do entretenimento, para mostrar São Paulo para o Brasil e para o mundo com toda qualidade do trabalho que a gente faz, qualidade de equipe que temos e reverberando mensagens que são super relevantes não só para o Brasil como para o mundo. Isso é um grande privilégio”.

No The Town não vai ser diferente e a plateia também terá “um novo momento único e mágico, para nunca mais esquecer”, prometem os organizadores.

É que, se o Rock in Rio foi o primeiro festival a iluminar o público, em The Town o público que vai iluminar o festival. Serão distribuídas 100 mil pulseiras de LED na abertura dos portões para que os fãs participem ativamente deste momento, sendo o centro da experiência, que contará com uma atmosfera similar à trazida pelo Coldplay, no penúltimo dia de Rock in Rio 2022.

A tradicional pulseira que brilha no ritmo de cada faixa da banda projeta uma atmosfera única de tirar o fôlego. O dispositivo funciona por meio de uma tecnologia chamada Xylobands, que consiste em um software instalado num computador e ligado a uma caixa de transmissão de ondas, que acionam a sequência de cores ordenada pelo programa, de acordo com o ritmo da música. As pulseiras, feitas de plástico criado a partir de plantas, são controladas à distância por radiofrequência e podem ser recicladas após o uso.

O momento será um espetáculo que vai acontecer no intervalo do segundo para o terceiro show do Palco Skyline, e terá duração de 10 minutos. Todas as luzes da Cidade da Música se apagarão e apenas os palcos estarão acesos, com direcional de 6.300 spots de luz (2 milhões de Watts de potência), conectando cada pessoa que estiver no festival, não importando a sua localização na venue.

O consagrado artista Ney Matogrosso é a atração convidada para reviver este momento nostálgico, cantando o sucesso “América do Sul”, apresentado na abertura do Rock in Rio, em 1985, inaugurando o Palco Mundo.

Diante de um público de centenas de milhares de pessoas, o cantor entoou versos que diziam “Deixa viver esses campos molhados de suor, esse orgulho latino em cada olhar, esse canto e essa aurora tropical”, em um momento de grito de liberdade após anos de ditadura militar e de demonstração de orgulho à pátria.

 

O festival

Dos mesmos criadores do Rock in Rio, The Town estreia na grande metrópole no dia 2 de setembro de 2023, e segue durante os dias 3, 7, 9 e 10, no Autódromo de Interlagos, em uma área de 350 mil m2, que será totalmente renovada. O novo festival já se posiciona como um evento de grande relevância, não apenas para a capital paulista, como também para todo o Brasil e já soma mais de 215 mil seguidores em suas redes sociais, lançadas há poucos meses.

A primeira edição já ganhou duas músicas-tema, gravadas nas vozes de Iza e Criolo. A primeira, considerada o grande hino do evento, tem interpretação de Iza, com a participação do baterista da banda Sepultura, Eloy Casagrande, e de uma orquestra comandada pelo maestro Eduardo Souto Neto. Já a segunda, um trap em homenagem a arte e cultura da capital, foi gravada pelo rapper Criolo em uma colaboração inédita com a Iza e o diretor artístico Zé Ricardo. Ambos os cantores já estão confirmados no line-up do festival.

Com previsão para receber cerca de 500 mil pessoas em mais de 235 horas de música, a Cidade da Música contará com cinco palcos, onde o público poderá imergir em novas e inesquecíveis experiências.

Com cenografia inspirada em ícones da arquitetura paulistana e apresentando uma diversidade única de ritmo e união de tribos, The Town chega a São Paulo com apoio, força e empoderamento de gente grande.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, está previsto um impacto econômico de R$ 1.7 bilhão, o maior já visto na capital, além de gerar mais de 19 mil empregos diretos.

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