Técnica de enfermagem é encontrada morta no RJ após dois dias desaparecida
Uma mulher foi encontrada morta na noite de terça-feira em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio. Rita Nogueira, de 27 anos, era funcionária de uma UPA de Nilópolis, na Baixada Fluminense, e estava desaparecida havia dois dias. Segundo a família, ela saiu com o namorado na noite de domingo, última vez que foi vista. […]
16/11/2022 10h50, Atualizado há 689 meses
Uma mulher foi encontrada morta na noite de terça-feira em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio. Rita Nogueira, de 27 anos, era funcionária de uma UPA de Nilópolis, na Baixada Fluminense, e estava desaparecida havia dois dias.
Segundo a família, ela saiu com o namorado na noite de domingo, última vez que foi vista. O corpo da vítima, ainda de acordo com parentes, foi encontrado pela polícia em uma casa abandonada, que pertence à família do namorado.
Rita trabalhava na UPA de Nilópolis e na Maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense, onde conheceu o namorado, que atua como enfermeiro residente em obstetrícia.
Mais Detalhes
A técnica de enfermagem Rita Nogueira, de 27 anos, foi encontrada morta na tarde de terça-feira, em Bento Ribeiro, Zona Norte do Rio. A jovem era funcionária de uma UPA de Nilópolis, na Baixada Fluminense, e estava desaparecida havia dois dias. Segundo parentes, principal suspeito pelo crime é o namorado da vítima, última pessoa com quem foi vista. Em nota, a Prefeitura de Nilópolis lamenta a morte e diz que espera “que Justiça dê a devida punição ao assassino confesso”. Até o momento, a Polícia Civil não dá detalhes sobre a investigação.
De acordo com a cunhada de Rita, Yasmin Santos, a família sentiu falta da jovem no fim da tarde de segunda-feira, pois não respondia as mensagens:
— Minha sogra mandou uma mensagem no Instagram dele. A gente não tinha o contato dele, ele nunca chegou a conhecer a família. Ele disse para ela que estava muito preocupado, desesperado, que não sabia da Rita. Disse que ela estava alterada na noite anterior (domingo) e que ela ficou no meio caminho, numa ponte, em Ricardo de Albuquerque. Passamos a desconfiar naquele momento. Quem está desesperado com um desaparecimento e nem comunicada nada à família?
Rita namorava o acusado havia pouco mais de um mês, e, segundo a cunhada, o homem não tinha sido apresentado à família.
— Não sabemos para onde foram ou iam naquela noite. A família está destruída com isso, meus sogros estão destruídos. Não sei nem explicar como foi o momento em que souberam da morte. A família acabou.
Segundo a cunhada, Rita nunca mencionou violência, mas já havia comentado sobre um comportamento possessivo do companheiro.
— Nunca falou sobre violência, já chegou a falar comigo que ele era possessivo e grudento, que ela não queria mais ficar com ele. Mas nunca de ser violento — conta a Yasmin.
O corpo da vítima, ainda de acordo com parentes, foi encontrado pela polícia em uma casa abandonada, que pertence à família do acusado.
Rita era a mais velha de três irmãos. Ela trabalhava como técnica de enfermagem na UPA de Nilópolis e na Maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense, onde conheceu o namorado, que atua como enfermeiro.
Em nota, a Secretária de Saúde de Nilópolis lamentou a morte da técnica de enfermagem:
“A Secretaria de Saúde de Nilópolis lamenta o falecimento da técnica de enfermagem Rita Nogueira, 27 anos, lotada na UPA Cabuís e se compadece com a dor dos familiares e amigos. Ela, que era uma funcionária exemplar e muito querida pelos colegas, tornou-se mais uma vítima de feminicídio. Esperamos que a Justiça dê a devida punição ao assassino confesso”.
Procurada, a Polícia Civil ainda não se manifestou sobre o caso.