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O que os candidatos à presidência dizem sobre a liberação dos jogos de azar?

Saúde, educação, segurança pública, retomada da economia…Os temas em uma campanha presidencial são variados e múltiplos. Em um país como o Brasil, então…Com seus mais de 220 milhões de habitantes, o país tem uma agenda de interesses difusos, onde agradar a todos é quase impossível. É isso que tem sido visto nas discussões sobre a […]

Por O Diário
09/08/2022 10h25, Atualizado há 689 meses

Saúde, educação, segurança pública, retomada da economia…Os temas em uma campanha presidencial são variados e múltiplos. Em um país como o Brasil, então…Com seus mais de 220 milhões de habitantes, o país tem uma agenda de interesses difusos, onde agradar a todos é quase impossível. É isso que tem sido visto nas discussões sobre a liberação dos jogos de azar.

O tema, que envolve a liberação dos melhores cassinos online e também das estruturas físicas em torno de práticas como bingo, jogo do bicho e cassinos físicos, está sendo debatida no Congresso Nacional, mas ainda não encontrou consenso entre os políticos. Uma parcela é a favor, outra é contra. Mas e o que pensam os candidatos à presidência sobre o tema?

Mesmo sendo uma pauta urgente para diversos setores da população, os principais candidatos que disputam o pleito presidencial até o momento não se pronunciaram sobre o tema, após questionamentos feitos pela emissora CNN Brasil. De acordo com o canal de TV, Jair Bolsonaro, Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Gomes e Simone Tebet preferiram não se pronunciar.

Os quatro candidatos são considerados os principais concorrentes à presidência da República nas eleições de outubro, e ainda não se manifestaram publicamente sobre o tema. Bolsonaro, pressionado pela bancada evangélica que o apoia no Congresso, já deu sinais de que não pretende aprovar a medida caso ela caia em sua mesa para ser sancionada.

Atualmente, o Marco Regulatório de Jogos, que trata da liberação dos jogos de azar, está parado no Senado. A medida foi aprovada na Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano, e desde então ainda não foi apreciada pelos senadores. A situação tem gerado desconforto em quem é defensor da legalização.

No fim de julho, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lita (PP-AL), lamentou que a pauta estivesse paralisada no Senado, já que foi feito um grande esforço na Câmara em torno do tema. Lira foi um dos deputados mais atuantes para viabilizar a discussão do tema.

Ele criou um grupo de trabalho para atualizar o texto em questão e também procurou deputados evangélicos para articular uma proposta que agradasse à bancada, que hoje é bastante representativa na Câmara. Mas no Senado a conversa diferente.

Outro que se posicionou sobre o tema foi o deputado Newton Cardoso, que também é a favor da liberação dos jogos de azar. Durante participação recente em um podcast, ele disse ser a favor da legalização dos jogos “porque é uma pauta que vai permitir a abertura de um novo mercado econômico no Brasil”.

Newton, que é presidente do MDB mineiro, reforçou a importância da liberação dos jogos de azar. Para Newton Cardoso, os jogos seriam uma fonte de receita para o Estado e para o país. “Queria reiterar meu compromisso com o desenvolvimento de Minas Gerais, sem aumentar tributos”, disse.

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