Rayssa Leal ensina manobras para garotas de Poá
A skatista Rayssa Leal – a ‘Fadinha’, medalhista olímpica nos Jogos de Tóquio – teve um encontro animado na última semana com a criançada apoiada pela ONG Social Skate, que atua em Poá. Em uma pista na Capital Paulista, ela foi ouvida com muita atenção pelas alunas do grupo que fazem parte do projeto Novas […]
17/10/2021 15h47, Atualizado há 688 meses
A skatista Rayssa Leal – a ‘Fadinha’, medalhista olímpica nos Jogos de Tóquio – teve um encontro animado na última semana com a criançada apoiada pela ONG Social Skate, que atua em Poá. Em uma pista na Capital Paulista, ela foi ouvida com muita atenção pelas alunas do grupo que fazem parte do projeto Novas Fadas, que incentiva o esporte para as meninas, e até ensinou manobras. Aproveitou para dar voltas na pista, autografar skates e tirar fotos. Por prevenção, antes do encontro, os participantes realizaram testes para a Covid-19.
A ONG Social Skate foi escolhida pela skatista para receber a doação de 50 mil dólares conquistados ao vencer o 1º prêmio Visa Award. Nesta terça-feira (12) o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Paralímpico Internacional anunciaram que as vencedoras doarão seus prêmios de 50 mil dólares para programas sociais. As doações serão feitas pela Visa, parceira mundial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico.
Exemplo para o Alto Tietê, a ONG atende cerca de 150 crianças e adolescentes. A instituição foi criada em 2011 com o objetivo de contribuir para a vida de jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, incluindo atividades relacionadas ao esporte, educação, cultura e lazer de forma interdisciplinar.
A medalhista olímpica Rayssa Leal foi escolhida pelo público como a atleta mais inspiradora dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O prêmio celebra aquele que melhor representou os valores olímpicos na competição. A lançadora de dardo neozelandesa Holly Robinson foi a escolhida dos Jogos Paralímpicos. E nesta terça-feira, dia 12, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Paralímpico Internacional anunciaram que as vencedoras doarão seus prêmios de 50 mil dólares para programas sociais. As doações serão feitas pela Visa, parceira mundial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico.
A jovem Rayssa, de 13 anos, encantou o mundo não apenas pelas manobras feitas durante a os Jogos Olímpicos, mas também pela amizade com as outras atletas do skate que competiram com ela.
“Fiquei muito surpresa e muito feliz em ganhar o prêmio. Esse momento faz parte dos valores do skate. Sempre somos assim, estamos sempre felizes, torcendo para que todos façam suas manobras, e quando o fazem, todos comemoramos. Pra mim o skate é uma família. Estou vendo muitas meninas começando no esporte, dizendo que querem tentar ir às Olimpíadas como a gente. Estou super feliz com isso, porque o skate costumava ser marginalizado. Você não costumava ver muitas garotas no esporte. Pudemos mudar a maneira como as pessoas olhavam para o skate. Isso é muito gratificante. Isso é muito importante. Muita coisa mudou e isso nos deixa muito felizes”, celebrou Rayssa.
O presidente do COI, Thomas Bach, comentou sobre a iniciativa, que ele classificou como inspiradora, principalmente neste momento que os torcedores não puderam acompanhar as competições de perto, em razão da pandemia. “Os fãs de todo o mundo ansiavam por esse momento. Queriam fazer parte da ação e torcer por seus atletas. É por isso que o prêmio foi absolutamente um destaque em todos esses esforços, porque reuniu o que poderiam ser os três elementos mais importantes: primeiro os atletas, segundo os fãs ao redor do mundo e, em terceiro lugar, os valores. E porque esses momentos memoráveis são sobre os valores, sobre as mensagens veiculadas por esses Jogos Olímpicos e pelos atletas”, comentou.
Outra premiada foi a medalha de ouro no lançamento de dardo F46 nos Jogos Paralímpicos, Holly Robinson ajudará a Casa Ronald McDonalds, instituição de seu País, com foco na melhoria da saúde e bem-estar de crianças e suas famílias
“No coração do Movimento Paralímpico estão quatro valores fundamentais de determinação, igualdade, inspiração e coragem. Em Tóquio, Holly Robinson não apenas mostrou todos esses elementos para garantir sua primeira medalha de ouro paralímpica, mas também exibiu outra coisa que valorizamos, que é a inclusão. Também devemos agradecer à Visa por desenvolver o Prêmio Visa que recompensa o melhor dos valores do esporte, é uma excelente forma de envolver os fãs em todo o mundo com o espírito dos Jogos”, afirmou Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional.
O Prêmio Visa é um novo prêmio que celebra os momentos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos que transcendem a competição e mostram qualidades de amizade, inclusão, aceitação e coragem. Com 28 momentos selecionados nas duas competições, o Prêmio Visa deu aos fãs de todo o mundo a oportunidade de votar em seu favorito. Depois de comemorar os atletas dos esportes de verão em Tóquio, o Prêmio Visa voltará para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022.